Programa
Plano Nacional de Desfibrilhação Automática Externa da Cruz Vermelha Portuguesa
 
Data de Início
Janeiro de 2012
 
Parcerias
Cruz Vermelha Portuguesa
Instituto Nacional de Emergência Médica
 
Destinatários
Totalidade dos munícipes
 
Breve descrição
Outro projecto que tem tido um grande impacto na qualidade de vida da comunidade concelhia refere-se à instalação de desfibrilhadores automáticos externos no concelho. Como é do conhecimento geral, em Portugal as doenças cardiovasculares constituem um dos problemas de saúde mais graves para a população, representando a principal causa de morte. A evidência científica e empírica permite afirmar que, em mais de metade dos casos de paragem cardio-respiratória, as vítimas não chegam com vida aos hospitais. Este facto é agravado no concelho de Foz Côa tendo em consideração a distância entre as freguesias à sede de concelho. 
 
Atento a esta realidade, o concelho de Foz Côa é o primeiro no país a promover a assistência à vítima em paragem cardíaco-respiratória, com a implementação de desfibrilhadores automáticos externos (DAE) em todas as freguesias do concelho, oferecendo, deste modo, a quem reside e a quem nos visita uma segurança acrescida. A autarquia e as juntas de freguesia integram o Plano Nacional de Desfibrilhação Automática Externa da Cruz Vermelha Portuguesa aprovado pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM). 
 
A implementação deste plano encontra-se já concluída. Os DAE estão localizados:
 
Em todas as 17 freguesias do concelho, cujos equipamentos que albergam os DAE são os centros de dia ou a sede das juntas de freguesia, de acordo com uma série de parâmetros que foram avaliados (centralidade, acessibilidade, condições de acondicionamento, etc);
 
Na sede de concelho os DAE estão localizados 7 DAE:
a) No Pavilhão Gimnodesportivo;
b) Nas Piscinas Cobertas;
c) No Estádio Municipal;
d) No Museu do Côa;
e) No Serviço de Urgência Básica (SUB);
f) No Centro de Saúde de V. N. de Foz Côa;
g) No Agrupamento de Escolas.
 
Os operacionais dos DAE, residentes no concelho, são formados pela Escola de Socorrismo da CVP, sujeitos a supervisão e reavaliações a cada 6 meses e nova formação a cada 3 anos, para poderem operar com os desfibrilhadores.